Fundamental e de extrema importância para a potencialização das campanhas, a ciência de dados na política nunca trouxe resultados tão significativos quanto aos ocorridos nas últimas eleições.

E a tendência é de que a sua relevância para a obtenção dos números desejados pelos partidos políticos só aumente, visto que está na internet o principal veículo de informações da atualidade.

Embora as mídias tradicionais (TVs, rádios, revistas e jornais) também tenham o seu peso, é o ambiente online que as pessoas utilizam para trocar as suas ideias e opiniões. Nesse contexto, as redes sociais merecem uma atenção toda especial.

Neste artigo, especificamente, vamos mostrar como a ciência de dados tem sido usada pelos políticos. Continue a leitura e confira. Não perca!

Ciência de dados na política

Para começar, nada melhor do que abordarmos o porquê a ciência de dados na política promete ser cada vez mais utilizada pelos partidos. O motivo é bem simples: fazer o mapeamento de perfil dos eleitores.

Apesar de ser uma prática antiga (aplicada pelos marqueteiros eleitorais antes mesmo da popularização da internet), foram as redes sociais que permitiram a sua aplicação de uma forma mais precisa, pois são nesses canais (Facebook, Instagram, Twitter, Youtube etc) que a recepção dos conteúdos se tornou mais seletiva.

Em outras palavras, é por meio da observação dos eleitores (comentários, postagens, opiniões e discussões) que as equipes de campanha poderão adequar o discurso dos candidatos em prol do angariamento de votos.

Como ela ajuda os políticos

Agora que você já sabe a razão por trás da ciência de dados na política, mostraremos como ela pode ajudar os políticos. Acabamos de falar que ela contribui para a adequação dos discursos, o que por si só já é um grande benefício.

Entretanto, ainda existem outras vantagens, como:

  • medição de preferência em redes sociais;
  • compreensão das expectativas do eleitorado;
  • mudanças de estratégias de acordo com a opinião dos eleitores;
  • modelagem do comportamento e mensagens políticas;
  • gerar insights;
  • conhecer as prioridades conforme os diferentes pontos geográficos;
  • entre outras.

Em resumo, pode-se dizer que ela ajudará os políticos a se aproximar dos diversos tipos de eleitores. Cada qual tem suas próprias necessidades, por isso, é importante conhecê-las de modo a se adaptar a cada um deles, esse é o objetivo primário da ciência de dados na política.

Exemplos de uso

Antes de concluirmos, daremos alguns exemplos de como a ciência de dados na política vem sendo utilizada. Para isso, pegaremos a campanha presidencial do até então Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em 2012, e a campanha do atual prefeito de São Paulo, João Dória.

A primeira se aproveitou das redes sociais para compreender as exigências e a percepção dos eleitores. Com analistas de dados muito bem treinados, a equipe do presidenciável procurou entender quais estratégias e discursos seriam mais influentes na população.

Já a segunda contou com agências especializadas para analisar a repercussão das mensagens do hoje prefeito de São Paulo. Foi isso que permitiu que João Dória mantivesse a sua imagem pública irretocável durante a sua campanha.

Enfim, o que não se discute é o fato de que a ciência de dados na política será cada vez mais importante para os resultados das eleições.

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Leandro Guimarães
Leandro Guimarães é o fundador da Know Solutions e trabalha com Business Intelligence desde 2009. Possui amplo conhecimento em Modelagem Dimensional, Data Warehouse e na plataforma Pentaho.

Foi aluno de Ralph Kimball, maior referência mundial no assunto, no curso de Modelagem Dimensional realizado pela Kimball University, em Estocolmo – Suécia.

Já ministrou diversas palestras sobre o tema e atualmente mantêm o blog da Know Solutions, com referências sobre Business Intelligence.

Pós Graduado em Gestão de Projetos de Software pela PUC – Paraná. Trabalhou durante 7 anos na empresa Siemens onde participou de projetos em diferentes países.