O desenvolvimento de sistemas personalizados pode fazer o negócio se beneficiar bastante. Em vez de um software genérico e dependente de tecnologias específicas, é possível contar com uma solução mais alinhada aos objetivos da companhia. Na prática, isso resulta em mais vendas e em aumento da inteligência de mercado.
Para esse sistema personalizado garantir os ganhos citados, é preciso passar por etapas definidas. Ao longo deste conteúdo, vamos explicar quais são esses passos e apresentar outras vantagens de personalizar um sistema que será usado na empresa. Leia até o final e saiba mais!
O que é um sistema personalizado?
Um sistema personalizado é um software sob medida que atende às necessidades específicas de uma empresa. Em outras palavras, é feito com base em requisitos, os quais podem envolver:
- funcionalidades específicas;
- integração com sistemas existentes;
- adaptação de interfaces para garantir uma experiência do usuário sob medida.
Por que investir em um sistema personalizado?
A seguir, apresentamos brevemente algumas das principais vantagens desse investimento.
Foco nas necessidades empresariais
Um sistema personalizado ajuda a empresa não apenas a aumentar sua receita. Com o tempo, o gestor obtém conhecimentos e expertise que antes eram quase impossíveis de obter, dado que o processo de análise era estritamente manual e descentralizado.
Independência
Quando o sistema personalizado é independente, significa que ele não está vinculado a fornecedores ou tecnologias específicas. Isso é importante porque, se o software fosse dependente, sua escalabilidade poderia ficar restrita, afetando negativamente o negócio no médio e longo prazo.
Segurança de dados
Tão importante quanto os dados em si é a segurança deles. Nesse sentido, um sistema personalizado é projetado conforme as regulações vigentes, em especial a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) no Brasil. Assim, os riscos de violações e infrações referentes a essa legislação diminuem drasticamente.
Atualizações
Um software que não é atualizado corre riscos relacionados à segurança dos dados. Contudo, quando ele é personalizado, esse procedimento ocorre periodicamente, tanto com a implementação de pacotes de segurança quanto com recursos que melhoram a eficiência operacional do sistema.
Como desenvolver um sistema personalizado?
Para criar um sistema personalizado robusto, seguro e escalável, é preciso cumprir as quatro seguintes etapas:
- levantamento de requisitos;
- análise e design do sistema, incluindo tecnologias, estrutura do banco de dados, fluxo de informações e interface do usuário;
- desenvolvimento — codificar de acordo com as especificações e o design;
- testes — submeter o sistema a uma bateria de procedimentos, para verificar aspectos como segurança e desempenho.
Além desses passos, é crucial treinar os colaboradores e fazer manutenções. Assim, o sistema tende a ser longevo e capaz de atender às necessidades do negócio a longo prazo.
O desenvolvimento de sistemas personalizados ajuda a empresa de diversas formas. A Know Solutions pode ser sua parceira nesse processo, pois temos a expertise da qual seu negócio precisa para vender mais e se destacar no mercado. Prezamos a segurança dos seus dados e a máxima performance do software, garantindo fluxo de receita e aumento da vantagem competitiva.
Quer saber mais? Entre em contato agora mesmo!
Materia muito interessante
Obrigada pelo artigo 🙂 Acho que eu tenho uma equipe que pode obter cada sucesso 🙂 Mas sem kanbantool.com, nao conseguimos arranjar e controlar todas tarefas. Ferramentas digitais podem ajudar bastante – tal como manager ou teamledaer, mas mais suave 🙂 Eu planejo o dia do trabalho com kanban e todas tarefas sao cumpridas. Eu sei que nao cada um gosta trabalhar assim, mas comigo funciona 🙂
Parabéns por trazer a CRISP-DM de volta ao tablado. O “produtocentrismo” que assola o mercardo de BI pressiona os players a comprar o último brinquedo, a seguir a última moda, quando quase tudo que tem algum uso prático já existe há décadas – como o CRISP-DM
Seria legal um artigo um artigo comparando-o com SEMMA. Pode ser muito interessante para quem entrou na área há menos de 20 anos.
Gostaria de entender se a utilização da Big data nas empresas gera algum tipo de desvantagem nas pessoas que lá trabalham ?
Sobre o comentário do João Kechichian, concordo em relação às empresas não terem claro o que querem, e concordo com o Leandro sobre a abordagem de “Qual o seu problema” para dar as sugestões.
Mas vale ressaltar que as empresas não conseguem identificar o que querem por não terem claro um Planejamento Estratégico e objetivos bem descritos. Isso facilita muito perceber quais indicadores serão necessários acompanhar para atingir os resultados esperados.
Bom dia,
Há muita diferença das versões do livro The Data Warehouse Toolkit?
Vejo que ele esta na 3 edição.
Posso comprar apenas a 3 ou devo comprar todas?
Oi Marcos!
Há algumas atualizações com conceitos mais atuais. Não precisa comprar todas as edições não, apenas a 3a já cobre tudo que precisa.
Sim e não. A maior diferença é entre a primeira edição e as restantes. Da segunda edição em diante, quando a Margy Ross assumiu o livro, é tudo mais ou menos o mesmo.
A primeira edição, que por acaso chegou a ser publicada em português, é a melhor, na minha opinião. Ela é mais concreta, menor e mais focada. Se conseguir achá-la, compre. Vale ouro.
eu precisava para compor você uma pouco de note ajudar diga obrigado again com o extraordinário conselhos você compartilhado nesta página . Foi certamente maravilhosamente generoso com você dando abertamente tudo o que muitas pessoas {poderiam ter | poderiam possivelmente ter | poderiam ter | teriam | distribuído para um ebook para gerar alguma massa para eles mesmos , especialmente considerando que you poderia ter tried it se você nunca desejado . Those estratégias também agido como outras pessoas tenha semelhante desire como my own entender bom negócio mais relacionado este assunto . Eu tenho certeza há alguns mais agradáveis ocasiões ahead para pessoas que ver seu site
[…] de BI — Business Intelligence ou, traduzindo, Inteligência Empresarial — é justamente o diferencial que uma empresa precisa para tratar dados gerados por vários meios. Veja alguns contextos que podem servir de […]
[…] para aumentar seu lucro ou diminuir seus custos operacionais. Esse é o conceito básico de Business Intelligence utilizado como diferencial […]
Olá Leandro.
Acredito que o potencial da área de Business Intelligence dentro das empresas pode ser maior do que se imagina hoje.
Trabalho com consultoria de B.I. para agencias e empresas, e enfrentamos diariamente dois grandes problemas.
1- Padronização dos dados: Como utilizamos muitas fontes de dados, todo o processo, desde o que a implementação, até a parte operacional, precisa ser muito bem estruturada. Sem o padrão das informações perde-se muito tempo com “correção”, sendo que “tempo” não é o que temos para identificar um padrão, pois no dia seguinte ele pode mudar se não o tratarmos.
2- Pessoas que não sabem o que querem: Corporações não sabem o que querem, logo querem tudo. O problema é que sabemos que não tudo não é necessário, se consegue identificar padrões e otimizações com metade do volume. Sendo assim o processo de otimização passa a ser inteligente para ser operacional.
O futuro da área esta encaminhando para segmentações e clusterizações dinâmicas para analise de Big Data, mas se o processo de todos envolvidos precisa ser muito bem desenhado e a área de B.I. precisa ter este knowhow também.
Obrigado e muito bom seus artigos.
Oi João, obrigado pelo seu comentário! Concordo com você!
Realmente, a padronização dos dados é o ponto mais sensível mesmo. Aqui estimamos em torno de 60% a 70% do tempo em um projeto de BI apenas para esta parte.
Sobre as pessoas não saberem o que querem, aqui vemos como uma certa vantagem. Muitas vezes não é nem exatamente não saber o que querem, mas não saberem o que é possível fazer. Com isso, parte do nosso trabalho aqui é exatamente entender do que o cliente sofre aí então sugerir algumas coisas. Tentamos não ir para uma abordagem de “o que você quer” mas sim de “quais são seus problemas”.
Isso me deu até a ideia de criar um post focado nisso, vou deixar anotado para o futuro!
Existe uma técnica chamada Árvore de Realidade Presente, da Teoria das Restrições, que lida justamente com essa barafunda de problemas e entendimentos. Eu experimentei a mesma frustração que você, João, e decidi resolver esse problema. A imagem https://geekbi.files.wordpress.com/2020/10/bi_toc-crt-x.png é um resumo do que eu tenho até agora.
Adoraria uma contribuição. “O cliente não sabe o que quer” já está lá. “Dados são sujos” e “Dados são bagunçados” me parecem boas adições.
O que você acha? E você, Leandro?