Os temas de relatórios são uma das funcionalidades mais úteis do Power BI, pois permitem personalizar e padronizar a aparência dos relatórios criados. Os temas podem ser aplicados em todas as visualizações e gráficos de um relatório, tornando a apresentação mais atraente e profissional.
Os temas do Power BI são arquivos JSON que contêm informações sobre as cores, fontes e outros elementos visuais que compõem o design do relatório. Para aplicar um tema, você precisa importar o arquivo JSON para o Power BI Desktop.
Neste artigo, vamos ensinar como mudar o tema de um relatório do Power BI, passo a passo.
Passo 1: Importação do tema
Para importar um tema, vá para a guia “Visualizações” e clique no ícone “Temas” na barra de ferramentas superior. Em seguida, clique em “Obter mais temas” para abrir a loja de temas do Power BI.
Na loja de temas, você pode navegar pelos temas disponíveis e escolher aquele que melhor atende às suas necessidades. Clique no botão “Adicionar” para importar o tema para o seu relatório.
Passo 2: Escolha do tema a ser usado
Depois de importar o tema, ele estará disponível na seção “Meus temas” da guia “Temas”. Para aplicar o tema, basta clicar no nome do tema e ele será aplicado automaticamente a todas as visualizações e gráficos do relatório. Se você tiver vários temas importados, pode mudar de um para outro a qualquer momento.
Passo 3: Seleção de mudança de tema
Caso você queira mudar o tema atual do seu relatório, clique novamente no ícone “Temas” na barra de ferramentas superior e selecione a opção “Mudar tema”. Isso abrirá a seção “Meus temas”, onde você poderá escolher outro tema importado ou baixar um novo tema da loja.
Passo 4: Seleção do arquivo
Por fim, se você tiver um tema personalizado em um arquivo JSON, pode importá-lo para o Power BI clicando em “Importar um tema” na seção “Meus temas” da guia “Temas”. Selecione o arquivo JSON em seu computador e clique em “Abrir” para importá-lo.
O que levar em conta para escolher o tema?
Ao escolher um tema para seu relatório do Power BI, leve em consideração a finalidade do relatório e o público-alvo. O tema escolhido deve ser coerente com a mensagem que você deseja transmitir e o tipo de dados que está sendo apresentado.
Por exemplo, se o relatório se trata de dados financeiros, é recomendável escolher um tema com cores sóbrias e formas mais clássicas, enquanto um relatório sobre moda ou design pode se beneficiar de cores vibrantes e elementos mais arrojados.
É importante lembrar que a escolha do tema também pode ser influenciada pela marca ou identidade visual da empresa ou organização. Nesse caso, pode ser necessário criar um tema personalizado que siga as diretrizes da marca.
Em conclusão, personalizar a aparência dos relatórios é essencial para torná-los atraentes e fáceis de entender para o público-alvo. Com os temas do Power BI, é possível padronizar a aparência de um relatório e aplicá-la em todas as visualizações e gráficos. Ao seguir os passos simples apresentados neste artigo, você pode importar, escolher e mudar o tema de um relatório do Power BI de maneira fácil e rápida.
Lembre-se de levar em consideração a finalidade do relatório e o público-alvo ao escolher o tema, e mude o tema periodicamente para manter o relatório atualizado e interessante. Com essas dicas, você poderá criar relatórios incríveis e eficazes com o Power BI.
Se você gostou das nossas dicas, siga a Know Solutions nas redes sociais e fique por dentro de nossas novidades. Estamos no Facebook, Instagram e LinkedIn.
Materia muito interessante
Obrigada pelo artigo 🙂 Acho que eu tenho uma equipe que pode obter cada sucesso 🙂 Mas sem kanbantool.com, nao conseguimos arranjar e controlar todas tarefas. Ferramentas digitais podem ajudar bastante – tal como manager ou teamledaer, mas mais suave 🙂 Eu planejo o dia do trabalho com kanban e todas tarefas sao cumpridas. Eu sei que nao cada um gosta trabalhar assim, mas comigo funciona 🙂
Parabéns por trazer a CRISP-DM de volta ao tablado. O “produtocentrismo” que assola o mercardo de BI pressiona os players a comprar o último brinquedo, a seguir a última moda, quando quase tudo que tem algum uso prático já existe há décadas – como o CRISP-DM
Seria legal um artigo um artigo comparando-o com SEMMA. Pode ser muito interessante para quem entrou na área há menos de 20 anos.
Gostaria de entender se a utilização da Big data nas empresas gera algum tipo de desvantagem nas pessoas que lá trabalham ?
Sobre o comentário do João Kechichian, concordo em relação às empresas não terem claro o que querem, e concordo com o Leandro sobre a abordagem de “Qual o seu problema” para dar as sugestões.
Mas vale ressaltar que as empresas não conseguem identificar o que querem por não terem claro um Planejamento Estratégico e objetivos bem descritos. Isso facilita muito perceber quais indicadores serão necessários acompanhar para atingir os resultados esperados.
Bom dia,
Há muita diferença das versões do livro The Data Warehouse Toolkit?
Vejo que ele esta na 3 edição.
Posso comprar apenas a 3 ou devo comprar todas?
Oi Marcos!
Há algumas atualizações com conceitos mais atuais. Não precisa comprar todas as edições não, apenas a 3a já cobre tudo que precisa.
Sim e não. A maior diferença é entre a primeira edição e as restantes. Da segunda edição em diante, quando a Margy Ross assumiu o livro, é tudo mais ou menos o mesmo.
A primeira edição, que por acaso chegou a ser publicada em português, é a melhor, na minha opinião. Ela é mais concreta, menor e mais focada. Se conseguir achá-la, compre. Vale ouro.
eu precisava para compor você uma pouco de note ajudar diga obrigado again com o extraordinário conselhos você compartilhado nesta página . Foi certamente maravilhosamente generoso com você dando abertamente tudo o que muitas pessoas {poderiam ter | poderiam possivelmente ter | poderiam ter | teriam | distribuído para um ebook para gerar alguma massa para eles mesmos , especialmente considerando que you poderia ter tried it se você nunca desejado . Those estratégias também agido como outras pessoas tenha semelhante desire como my own entender bom negócio mais relacionado este assunto . Eu tenho certeza há alguns mais agradáveis ocasiões ahead para pessoas que ver seu site
[…] de BI — Business Intelligence ou, traduzindo, Inteligência Empresarial — é justamente o diferencial que uma empresa precisa para tratar dados gerados por vários meios. Veja alguns contextos que podem servir de […]
[…] para aumentar seu lucro ou diminuir seus custos operacionais. Esse é o conceito básico de Business Intelligence utilizado como diferencial […]
Olá Leandro.
Acredito que o potencial da área de Business Intelligence dentro das empresas pode ser maior do que se imagina hoje.
Trabalho com consultoria de B.I. para agencias e empresas, e enfrentamos diariamente dois grandes problemas.
1- Padronização dos dados: Como utilizamos muitas fontes de dados, todo o processo, desde o que a implementação, até a parte operacional, precisa ser muito bem estruturada. Sem o padrão das informações perde-se muito tempo com “correção”, sendo que “tempo” não é o que temos para identificar um padrão, pois no dia seguinte ele pode mudar se não o tratarmos.
2- Pessoas que não sabem o que querem: Corporações não sabem o que querem, logo querem tudo. O problema é que sabemos que não tudo não é necessário, se consegue identificar padrões e otimizações com metade do volume. Sendo assim o processo de otimização passa a ser inteligente para ser operacional.
O futuro da área esta encaminhando para segmentações e clusterizações dinâmicas para analise de Big Data, mas se o processo de todos envolvidos precisa ser muito bem desenhado e a área de B.I. precisa ter este knowhow também.
Obrigado e muito bom seus artigos.
Oi João, obrigado pelo seu comentário! Concordo com você!
Realmente, a padronização dos dados é o ponto mais sensível mesmo. Aqui estimamos em torno de 60% a 70% do tempo em um projeto de BI apenas para esta parte.
Sobre as pessoas não saberem o que querem, aqui vemos como uma certa vantagem. Muitas vezes não é nem exatamente não saber o que querem, mas não saberem o que é possível fazer. Com isso, parte do nosso trabalho aqui é exatamente entender do que o cliente sofre aí então sugerir algumas coisas. Tentamos não ir para uma abordagem de “o que você quer” mas sim de “quais são seus problemas”.
Isso me deu até a ideia de criar um post focado nisso, vou deixar anotado para o futuro!
Existe uma técnica chamada Árvore de Realidade Presente, da Teoria das Restrições, que lida justamente com essa barafunda de problemas e entendimentos. Eu experimentei a mesma frustração que você, João, e decidi resolver esse problema. A imagem https://geekbi.files.wordpress.com/2020/10/bi_toc-crt-x.png é um resumo do que eu tenho até agora.
Adoraria uma contribuição. “O cliente não sabe o que quer” já está lá. “Dados são sujos” e “Dados são bagunçados” me parecem boas adições.
O que você acha? E você, Leandro?