Todo gestor ou gestora sonha em ter uma equipe engajada e motivada ao seu lado. Para obter esse cenário, investir na qualidade do ambiente de trabalho é fundamental. Nesse sentido, o investimento em estratégias como People Analytics no Power BI pode ser um ótimo ponto de partida.
A adoção do People Analytics no Power BI permite que a empresa entenda melhor como o seu capital humano se vê dentro da empresa. Assim, medidas podem ser tomadas para melhorar processos e reter talentos. Veja mais sobre o tema a seguir!
O que é People Analytics?
People Analytics é uma metodologia de gestão de pessoas que utiliza a análise de dados para otimizar processos de tomada de decisão que envolvam o relacionamento com colaboradores.
Ele também pode ser utilizado para otimizar processos, identificar áreas que demandam melhorias ou que possam ter as suas práticas replicadas. Assim, é possível criar um ambiente de trabalho mais funcional e dinâmico.
Como fazer o uso do People Analytics no Power BI?
Existem diferentes formas de utilizar o People Analytics no Power BI. Elas devem ser definidas de acordo com o perfil da empresa e as suas necessidades. Confira 3 a seguir!
1. Taxa de retenção de talentos
A taxa de retenção de talentos é um indicador que avalia a rotatividade de profissionais em cada setor. Ela pode indicar que a empresa consegue atrair bons colaboradores e criar um ambiente de trabalho funcional. Ao mesmo tempo, ajuda gestores a identificar se os seus processos são capazes de motivar a equipe e, assim, evitar que bons profissionais migrem para a concorrência.
2. Tempo médio de processos seletivos
Essa métrica ajuda a empresa a identificar se as suas vagas estão bem posicionadas no mercado. Números ruins podem indicar que os processos são lentos ou que as vagas são mal descritas. Além disso, podem ser um sinal de que o negócio conta com benefícios abaixo dos padrões do setor.
3. Satisfação dos profissionais
A satisfação dos profissionais influencia diretamente no seu desejo de migrar para outras empresas. Se incentivada, ela também pode criar um ambiente de trabalho com pessoas mais engajadas em atingir as suas metas. Por isso, não deixe de buscar a valorização dessa métrica.
Por que é importante ter funcionários engajados?
Ter um time de profissionais engajados e preparados para dar tudo pela sua empresa é fundamental. A construção desse cenário se faz com planejamento e um foco contínuo na melhoria dos processos internos. Isso torna a busca por metas mais fácil e constante.
O uso do People Analytics no Power BI pode ser uma ótima escolha para quem pretende melhorar a satisfação de seus colaboradores. Essa ferramenta auxiliará gestores a entenderem o que deve ser melhorado – e o que é prioritário. Por isso, não deixe de seguir as dicas desse texto para adotar essa estratégia de gestão de pessoas!
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Materia muito interessante
Obrigada pelo artigo 🙂 Acho que eu tenho uma equipe que pode obter cada sucesso 🙂 Mas sem kanbantool.com, nao conseguimos arranjar e controlar todas tarefas. Ferramentas digitais podem ajudar bastante – tal como manager ou teamledaer, mas mais suave 🙂 Eu planejo o dia do trabalho com kanban e todas tarefas sao cumpridas. Eu sei que nao cada um gosta trabalhar assim, mas comigo funciona 🙂
Parabéns por trazer a CRISP-DM de volta ao tablado. O “produtocentrismo” que assola o mercardo de BI pressiona os players a comprar o último brinquedo, a seguir a última moda, quando quase tudo que tem algum uso prático já existe há décadas – como o CRISP-DM
Seria legal um artigo um artigo comparando-o com SEMMA. Pode ser muito interessante para quem entrou na área há menos de 20 anos.
Gostaria de entender se a utilização da Big data nas empresas gera algum tipo de desvantagem nas pessoas que lá trabalham ?
Sobre o comentário do João Kechichian, concordo em relação às empresas não terem claro o que querem, e concordo com o Leandro sobre a abordagem de “Qual o seu problema” para dar as sugestões.
Mas vale ressaltar que as empresas não conseguem identificar o que querem por não terem claro um Planejamento Estratégico e objetivos bem descritos. Isso facilita muito perceber quais indicadores serão necessários acompanhar para atingir os resultados esperados.
Bom dia,
Há muita diferença das versões do livro The Data Warehouse Toolkit?
Vejo que ele esta na 3 edição.
Posso comprar apenas a 3 ou devo comprar todas?
Oi Marcos!
Há algumas atualizações com conceitos mais atuais. Não precisa comprar todas as edições não, apenas a 3a já cobre tudo que precisa.
Sim e não. A maior diferença é entre a primeira edição e as restantes. Da segunda edição em diante, quando a Margy Ross assumiu o livro, é tudo mais ou menos o mesmo.
A primeira edição, que por acaso chegou a ser publicada em português, é a melhor, na minha opinião. Ela é mais concreta, menor e mais focada. Se conseguir achá-la, compre. Vale ouro.
eu precisava para compor você uma pouco de note ajudar diga obrigado again com o extraordinário conselhos você compartilhado nesta página . Foi certamente maravilhosamente generoso com você dando abertamente tudo o que muitas pessoas {poderiam ter | poderiam possivelmente ter | poderiam ter | teriam | distribuído para um ebook para gerar alguma massa para eles mesmos , especialmente considerando que you poderia ter tried it se você nunca desejado . Those estratégias também agido como outras pessoas tenha semelhante desire como my own entender bom negócio mais relacionado este assunto . Eu tenho certeza há alguns mais agradáveis ocasiões ahead para pessoas que ver seu site
[…] de BI — Business Intelligence ou, traduzindo, Inteligência Empresarial — é justamente o diferencial que uma empresa precisa para tratar dados gerados por vários meios. Veja alguns contextos que podem servir de […]
[…] para aumentar seu lucro ou diminuir seus custos operacionais. Esse é o conceito básico de Business Intelligence utilizado como diferencial […]
Olá Leandro.
Acredito que o potencial da área de Business Intelligence dentro das empresas pode ser maior do que se imagina hoje.
Trabalho com consultoria de B.I. para agencias e empresas, e enfrentamos diariamente dois grandes problemas.
1- Padronização dos dados: Como utilizamos muitas fontes de dados, todo o processo, desde o que a implementação, até a parte operacional, precisa ser muito bem estruturada. Sem o padrão das informações perde-se muito tempo com “correção”, sendo que “tempo” não é o que temos para identificar um padrão, pois no dia seguinte ele pode mudar se não o tratarmos.
2- Pessoas que não sabem o que querem: Corporações não sabem o que querem, logo querem tudo. O problema é que sabemos que não tudo não é necessário, se consegue identificar padrões e otimizações com metade do volume. Sendo assim o processo de otimização passa a ser inteligente para ser operacional.
O futuro da área esta encaminhando para segmentações e clusterizações dinâmicas para analise de Big Data, mas se o processo de todos envolvidos precisa ser muito bem desenhado e a área de B.I. precisa ter este knowhow também.
Obrigado e muito bom seus artigos.
Oi João, obrigado pelo seu comentário! Concordo com você!
Realmente, a padronização dos dados é o ponto mais sensível mesmo. Aqui estimamos em torno de 60% a 70% do tempo em um projeto de BI apenas para esta parte.
Sobre as pessoas não saberem o que querem, aqui vemos como uma certa vantagem. Muitas vezes não é nem exatamente não saber o que querem, mas não saberem o que é possível fazer. Com isso, parte do nosso trabalho aqui é exatamente entender do que o cliente sofre aí então sugerir algumas coisas. Tentamos não ir para uma abordagem de “o que você quer” mas sim de “quais são seus problemas”.
Isso me deu até a ideia de criar um post focado nisso, vou deixar anotado para o futuro!
Existe uma técnica chamada Árvore de Realidade Presente, da Teoria das Restrições, que lida justamente com essa barafunda de problemas e entendimentos. Eu experimentei a mesma frustração que você, João, e decidi resolver esse problema. A imagem https://geekbi.files.wordpress.com/2020/10/bi_toc-crt-x.png é um resumo do que eu tenho até agora.
Adoraria uma contribuição. “O cliente não sabe o que quer” já está lá. “Dados são sujos” e “Dados são bagunçados” me parecem boas adições.
O que você acha? E você, Leandro?