Um consultor de BI é responsável por melhorar os processos de uma empresa por meio de consultoria e análise de dados visando obter uma vantagem competitiva.
Eles ajudam as empresas a usar os dados que coletam para entender tendências, resolver problemas de negócios e monitorar métricas, além de determinar os dados de que a empresa precisa, estruturando-os em um formato apropriado, analisando-os por meio de consultas e criando relatórios e visualizações para os tomadores de decisão da empresa.
Neste artigo, nós descrevemos as principais atribuições de um consultor de BI e explicamos porque é importante contar com o apoio desse tipo de profissional. Confira!
Qual o papel de um consultor de BI?
O papel do consultor de BI é usar toda a tecnologia disponível para ajudar as empresas a extrair, refinar e preparar os dados de diferentes fontes (internas e externas) que possam ser interessantes para a sua tomada de decisão.
Através destes dados e tendo em conta que o consultor de BI deve compreender o contexto em que o negócio opera, um especialista em business intelligence poderá fornecer ideias para a melhoria dos processos de negócio. Com os dados disponíveis, eles podem antecipar eventos e desenvolvimentos futuros. Vamos detalhar essas atribuições.
Pesquisa de tendências de mercado
Consultores de BI se mantêm atualizados com o que os concorrentes e suas próprias empresas fazem no setor. Eles pesquisam e analisam tendências de mercado usando a Internet, notícias e publicações de negócios e, às vezes, entrevistam partes interessadas e organizações profissionais para obter mais informações diretamente.
Avaliação das necessidades de informações comerciais
Trabalhando com a gerência, os consultores de BI discutem quais informações a empresa coleta de seus clientes e fornecedores e quais ajudariam os gerentes a tomar melhores decisões financeiras, de atendimento ao cliente e de marketing. Esse processo também pode envolver a determinação da abordagem correta para apresentar os dados à administração e quais ferramentas analíticas oferecem o maior potencial.
Análise e interpretação de dados
Munidos de uma compreensão das necessidades do negócio e usando um método apropriado para coleta e modelagem de dados, os analistas de BI executam consultas complexas nos bancos de dados da empresa para classificar e filtrar os dados. Eles então analisam e interpretam os resultados para procurar padrões e determinar se as descobertas respondem às perguntas da empresa e são precisas.
Desenvolvimento de relatórios e visualizações de dados
Usando suas descobertas ao realizar pesquisas e analisar dados, os analistas de BI criam relatórios escritos que podem ser usados para monitorar as métricas da empresa e tomar decisões. Eles também usam linguagens de programação de computador para criar visualizações de dados na forma de gráficos e aplicativos de painel da web que ajudam a empresa a rastrear tendências.
Por que é importante trabalhar em parceria com um consultor de BI?
Imagine os benefícios de ter uma equipe de consultores de análise de negócios e especialistas em dados certificados como parceria com você para definir metas, ajudar a responder suas perguntas de negócios, identificar sinais de alerta de forma proativa, informar decisões executivas, desafiar e fornecer um roteiro para o sucesso usando processos maduros e estruturados.
Quando falamos em business intelligence, a parceria com um consultor de BI traz vantagens como experiência, eficiência e agilidade para os negócios. A Know Solutions, por exemplo, oferece uma consultoria completa, que inclui serviços como modelagem de dados, apoio na elaboração de indicadores, criação de relatórios e dashboards e mineração de dados.
Agora que você conhece as vantagens da parceria com uma consultoria de BI, entre em contato com a gente e saiba como podemos ajudá-lo a extrair o melhor dos dados da sua empresa!
Materia muito interessante
Obrigada pelo artigo 🙂 Acho que eu tenho uma equipe que pode obter cada sucesso 🙂 Mas sem kanbantool.com, nao conseguimos arranjar e controlar todas tarefas. Ferramentas digitais podem ajudar bastante – tal como manager ou teamledaer, mas mais suave 🙂 Eu planejo o dia do trabalho com kanban e todas tarefas sao cumpridas. Eu sei que nao cada um gosta trabalhar assim, mas comigo funciona 🙂
Parabéns por trazer a CRISP-DM de volta ao tablado. O “produtocentrismo” que assola o mercardo de BI pressiona os players a comprar o último brinquedo, a seguir a última moda, quando quase tudo que tem algum uso prático já existe há décadas – como o CRISP-DM
Seria legal um artigo um artigo comparando-o com SEMMA. Pode ser muito interessante para quem entrou na área há menos de 20 anos.
Gostaria de entender se a utilização da Big data nas empresas gera algum tipo de desvantagem nas pessoas que lá trabalham ?
Sobre o comentário do João Kechichian, concordo em relação às empresas não terem claro o que querem, e concordo com o Leandro sobre a abordagem de “Qual o seu problema” para dar as sugestões.
Mas vale ressaltar que as empresas não conseguem identificar o que querem por não terem claro um Planejamento Estratégico e objetivos bem descritos. Isso facilita muito perceber quais indicadores serão necessários acompanhar para atingir os resultados esperados.
Bom dia,
Há muita diferença das versões do livro The Data Warehouse Toolkit?
Vejo que ele esta na 3 edição.
Posso comprar apenas a 3 ou devo comprar todas?
Oi Marcos!
Há algumas atualizações com conceitos mais atuais. Não precisa comprar todas as edições não, apenas a 3a já cobre tudo que precisa.
Sim e não. A maior diferença é entre a primeira edição e as restantes. Da segunda edição em diante, quando a Margy Ross assumiu o livro, é tudo mais ou menos o mesmo.
A primeira edição, que por acaso chegou a ser publicada em português, é a melhor, na minha opinião. Ela é mais concreta, menor e mais focada. Se conseguir achá-la, compre. Vale ouro.
eu precisava para compor você uma pouco de note ajudar diga obrigado again com o extraordinário conselhos você compartilhado nesta página . Foi certamente maravilhosamente generoso com você dando abertamente tudo o que muitas pessoas {poderiam ter | poderiam possivelmente ter | poderiam ter | teriam | distribuído para um ebook para gerar alguma massa para eles mesmos , especialmente considerando que you poderia ter tried it se você nunca desejado . Those estratégias também agido como outras pessoas tenha semelhante desire como my own entender bom negócio mais relacionado este assunto . Eu tenho certeza há alguns mais agradáveis ocasiões ahead para pessoas que ver seu site
[…] de BI — Business Intelligence ou, traduzindo, Inteligência Empresarial — é justamente o diferencial que uma empresa precisa para tratar dados gerados por vários meios. Veja alguns contextos que podem servir de […]
[…] para aumentar seu lucro ou diminuir seus custos operacionais. Esse é o conceito básico de Business Intelligence utilizado como diferencial […]
Olá Leandro.
Acredito que o potencial da área de Business Intelligence dentro das empresas pode ser maior do que se imagina hoje.
Trabalho com consultoria de B.I. para agencias e empresas, e enfrentamos diariamente dois grandes problemas.
1- Padronização dos dados: Como utilizamos muitas fontes de dados, todo o processo, desde o que a implementação, até a parte operacional, precisa ser muito bem estruturada. Sem o padrão das informações perde-se muito tempo com “correção”, sendo que “tempo” não é o que temos para identificar um padrão, pois no dia seguinte ele pode mudar se não o tratarmos.
2- Pessoas que não sabem o que querem: Corporações não sabem o que querem, logo querem tudo. O problema é que sabemos que não tudo não é necessário, se consegue identificar padrões e otimizações com metade do volume. Sendo assim o processo de otimização passa a ser inteligente para ser operacional.
O futuro da área esta encaminhando para segmentações e clusterizações dinâmicas para analise de Big Data, mas se o processo de todos envolvidos precisa ser muito bem desenhado e a área de B.I. precisa ter este knowhow também.
Obrigado e muito bom seus artigos.
Oi João, obrigado pelo seu comentário! Concordo com você!
Realmente, a padronização dos dados é o ponto mais sensível mesmo. Aqui estimamos em torno de 60% a 70% do tempo em um projeto de BI apenas para esta parte.
Sobre as pessoas não saberem o que querem, aqui vemos como uma certa vantagem. Muitas vezes não é nem exatamente não saber o que querem, mas não saberem o que é possível fazer. Com isso, parte do nosso trabalho aqui é exatamente entender do que o cliente sofre aí então sugerir algumas coisas. Tentamos não ir para uma abordagem de “o que você quer” mas sim de “quais são seus problemas”.
Isso me deu até a ideia de criar um post focado nisso, vou deixar anotado para o futuro!
Existe uma técnica chamada Árvore de Realidade Presente, da Teoria das Restrições, que lida justamente com essa barafunda de problemas e entendimentos. Eu experimentei a mesma frustração que você, João, e decidi resolver esse problema. A imagem https://geekbi.files.wordpress.com/2020/10/bi_toc-crt-x.png é um resumo do que eu tenho até agora.
Adoraria uma contribuição. “O cliente não sabe o que quer” já está lá. “Dados são sujos” e “Dados são bagunçados” me parecem boas adições.
O que você acha? E você, Leandro?