Quem nunca se deparou com aquele vendedor insistente que quer nos “empurrar” algo quando estamos em uma loja, por exemplo? Quando o cliente lida com essa situação, as chances de voltar àquele estabelecimento tendem a diminuir. Embora seja uma abordagem efetiva muitas das vezes, esse modo de vender está ficando obsoleto, principalmente no mundo dos negócios.
Neste texto você entenderá melhor o que é venda consultiva e porque ela é tão importante para as empresas. Além disso, explicaremos como colocá-la em prática e quais habilidades são necessárias na hora de gerar conexão e valor ao cliente. Continue a leitura e saiba mais!
O que é venda consultiva?
O termo venda consultiva surgiu graças ao livro “Consultative Selling”, de Mack Hanan. O autor percebeu que os vendedores mais consultivos obtinham melhores resultados, em comparação com aqueles que somente falavam sobre o produto, sem entender as dores e necessidades dos clientes. Portanto, o termo denota uma abordagem focada no consumidor, indo muito além de simplesmente descrever as características de um produto ou serviço.
Porque a venda consultiva é importante no contexto B2B?
Geralmente o cliente empresarial busca aumentar suas vendas, otimizar processos ou implementar a transformação digital. Uma vez que a venda consultiva atinge um ou mais pontos citados, aumentam as chances de satisfação e fidelização daquele cliente com a marca.
Além disso, há uma tendência de aumento do ticket médio ao longo do tempo, apontando que aquele cliente compra os produtos e serviços da empresa com recorrência. Trata-se, portanto, de uma consequência quase inevitável de um bom trabalho em vendas consultivas.
Como colocar a venda consultiva em prática?
Um vendedor consultivo que agrega valor e fideliza clientes empresariais deve ter profundo conhecimento das soluções que estão em suas mãos. Isso implica também em saber como o produto vai impactar a rotina da empresa que futuramente vai fechar um negócio. Para tal, algumas boas práticas que podemos mencionar nesse sentido são:
- crie projetos personalizados, dado que eles farão mais sentido àquele potencial cliente. Abordagens generalistas podem diminuir a chance de êxito na negociação;
- pratique o fazer perguntas, pois, isso ajudará ambas as partes a chegarem em um melhor entendimento sobre a efetividade do produto ou serviço oferecido;
- entenda o seu comprador, de modo a se colocar no lugar dele constantemente. Isso é crucial para viabilizar a venda e um relacionamento duradouro;
- treine a equipe de vendas, mostrando a ela como se comunicar de forma consultiva com o cliente.
Quais as habilidades necessárias para vendas consultivas?
O ponto de partida para uma empresa implementar com sucesso a venda consultiva é a habilidade de resolver problemas. Isso implica em se importar um pouco menos com a ânsia de vender algo e auferir receita para, de fato, identificar o que o cliente precisa. Por consequência, outra habilidade do vendedor consultivo é a especialização no negócio e nos processos que ocorrem no cotidiano daquele cliente, de modo a saber também negociar e quebrar objeções.
Viu como é importante saber o que é venda consultiva? Ao contrário da abordagem tradicional pouco focada no cliente, o objetivo é gerar conexão e valor durante o relacionamento, tornando aquele cliente empresarial satisfeito e fiel à marca. A personalização é um dos fatores mais decisivos, pois, o vendedor consultivo demonstra que tem conhecimento daquilo que está oferecendo, inclusive sendo claro nos benefícios que serão obtidos pelo cliente empresarial.
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Materia muito interessante
Obrigada pelo artigo 🙂 Acho que eu tenho uma equipe que pode obter cada sucesso 🙂 Mas sem kanbantool.com, nao conseguimos arranjar e controlar todas tarefas. Ferramentas digitais podem ajudar bastante – tal como manager ou teamledaer, mas mais suave 🙂 Eu planejo o dia do trabalho com kanban e todas tarefas sao cumpridas. Eu sei que nao cada um gosta trabalhar assim, mas comigo funciona 🙂
Parabéns por trazer a CRISP-DM de volta ao tablado. O “produtocentrismo” que assola o mercardo de BI pressiona os players a comprar o último brinquedo, a seguir a última moda, quando quase tudo que tem algum uso prático já existe há décadas – como o CRISP-DM
Seria legal um artigo um artigo comparando-o com SEMMA. Pode ser muito interessante para quem entrou na área há menos de 20 anos.
Gostaria de entender se a utilização da Big data nas empresas gera algum tipo de desvantagem nas pessoas que lá trabalham ?
Sobre o comentário do João Kechichian, concordo em relação às empresas não terem claro o que querem, e concordo com o Leandro sobre a abordagem de “Qual o seu problema” para dar as sugestões.
Mas vale ressaltar que as empresas não conseguem identificar o que querem por não terem claro um Planejamento Estratégico e objetivos bem descritos. Isso facilita muito perceber quais indicadores serão necessários acompanhar para atingir os resultados esperados.
Bom dia,
Há muita diferença das versões do livro The Data Warehouse Toolkit?
Vejo que ele esta na 3 edição.
Posso comprar apenas a 3 ou devo comprar todas?
Oi Marcos!
Há algumas atualizações com conceitos mais atuais. Não precisa comprar todas as edições não, apenas a 3a já cobre tudo que precisa.
Sim e não. A maior diferença é entre a primeira edição e as restantes. Da segunda edição em diante, quando a Margy Ross assumiu o livro, é tudo mais ou menos o mesmo.
A primeira edição, que por acaso chegou a ser publicada em português, é a melhor, na minha opinião. Ela é mais concreta, menor e mais focada. Se conseguir achá-la, compre. Vale ouro.
eu precisava para compor você uma pouco de note ajudar diga obrigado again com o extraordinário conselhos você compartilhado nesta página . Foi certamente maravilhosamente generoso com você dando abertamente tudo o que muitas pessoas {poderiam ter | poderiam possivelmente ter | poderiam ter | teriam | distribuído para um ebook para gerar alguma massa para eles mesmos , especialmente considerando que you poderia ter tried it se você nunca desejado . Those estratégias também agido como outras pessoas tenha semelhante desire como my own entender bom negócio mais relacionado este assunto . Eu tenho certeza há alguns mais agradáveis ocasiões ahead para pessoas que ver seu site
[…] de BI — Business Intelligence ou, traduzindo, Inteligência Empresarial — é justamente o diferencial que uma empresa precisa para tratar dados gerados por vários meios. Veja alguns contextos que podem servir de […]
[…] para aumentar seu lucro ou diminuir seus custos operacionais. Esse é o conceito básico de Business Intelligence utilizado como diferencial […]
Olá Leandro.
Acredito que o potencial da área de Business Intelligence dentro das empresas pode ser maior do que se imagina hoje.
Trabalho com consultoria de B.I. para agencias e empresas, e enfrentamos diariamente dois grandes problemas.
1- Padronização dos dados: Como utilizamos muitas fontes de dados, todo o processo, desde o que a implementação, até a parte operacional, precisa ser muito bem estruturada. Sem o padrão das informações perde-se muito tempo com “correção”, sendo que “tempo” não é o que temos para identificar um padrão, pois no dia seguinte ele pode mudar se não o tratarmos.
2- Pessoas que não sabem o que querem: Corporações não sabem o que querem, logo querem tudo. O problema é que sabemos que não tudo não é necessário, se consegue identificar padrões e otimizações com metade do volume. Sendo assim o processo de otimização passa a ser inteligente para ser operacional.
O futuro da área esta encaminhando para segmentações e clusterizações dinâmicas para analise de Big Data, mas se o processo de todos envolvidos precisa ser muito bem desenhado e a área de B.I. precisa ter este knowhow também.
Obrigado e muito bom seus artigos.
Oi João, obrigado pelo seu comentário! Concordo com você!
Realmente, a padronização dos dados é o ponto mais sensível mesmo. Aqui estimamos em torno de 60% a 70% do tempo em um projeto de BI apenas para esta parte.
Sobre as pessoas não saberem o que querem, aqui vemos como uma certa vantagem. Muitas vezes não é nem exatamente não saber o que querem, mas não saberem o que é possível fazer. Com isso, parte do nosso trabalho aqui é exatamente entender do que o cliente sofre aí então sugerir algumas coisas. Tentamos não ir para uma abordagem de “o que você quer” mas sim de “quais são seus problemas”.
Isso me deu até a ideia de criar um post focado nisso, vou deixar anotado para o futuro!
Existe uma técnica chamada Árvore de Realidade Presente, da Teoria das Restrições, que lida justamente com essa barafunda de problemas e entendimentos. Eu experimentei a mesma frustração que você, João, e decidi resolver esse problema. A imagem https://geekbi.files.wordpress.com/2020/10/bi_toc-crt-x.png é um resumo do que eu tenho até agora.
Adoraria uma contribuição. “O cliente não sabe o que quer” já está lá. “Dados são sujos” e “Dados são bagunçados” me parecem boas adições.
O que você acha? E você, Leandro?