Se uma empresa deseja ter espaço no mercado e atrair mais clientes, deve trocar a intuição e o achismo pela análise de dados. Cada vez mais as organizações estão recorrendo a essa tecnologia para obter melhores resultados e não ficarem em desvantagem perante os concorrentes.

Essa nova forma de ver o negócio deve estar enraizada em todos os colaboradores — do contrário, a tecnologia sozinha não será suficiente para a obtenção do sucesso desejado.

Por isso, preparamos este post. Nele você saberá o que é uma cultura de dados, qual a sua importância e como implementar na sua organização. Quer ver seu negócio cada vez melhor posicionado no mercado? Continue a leitura!

O que é cultura de dados?

Consiste em uma forma de pensar que deve estar inserida na empresa desde os gestores até o setor operacional. É o entendimento aprofundado de como as informações devem ser coletadas e analisadas, para daí surgirem os insights a fim de gerar as melhorias necessárias.

Para ser realmente efetiva, uma cultura de dados precisa vir precedida de uma cultura organizacional. Isso significa que todos devem prezar por uma rotina, um comportamento e uma mentalidade, de forma a maximizar os resultados do negócio por meio das informações disponíveis.

Por que é importante a empresa ter uma cultura de dados?

Com o intuito de evitar perdas de receita e ser mais concorrente no mercado, muitas empresas tenderão a implantar em seus processos uma cultura de dados. Na prática, isso consiste em enxergar oportunidades que antes não eram vistas, gargalos de produção, erros e retrabalhos da equipe.

Baseada nos insights oriundos da análise, a organização saberá quais são as tendências do mercado. Com essas informações, ela poderá fazer um mapeamento mais preciso do padrão de consumo dos clientes. Isso influenciará em futuras campanhas de vendas, estratégias para a obtenção de novos clientes em potencial (prospects) e também em produtos inovadores que venham a se destacar no mercado.

Como implementar uma cultura de dados na empresa?

De uma forma geral, as empresas são organizadas de modo a existir uma menor integração entre as equipes e as informações de cada departamento. A cultura de dados surge para aumentar essa integração — uma vez que há uma cadeia centralizada para o fornecimento dos dados, a colaboração entre os setores passa a ser maior, o que impactará diretamente nos resultados do negócio.

Defina os modelos de dados

É importante definir quais modelos de dados serão geridos. Esses modelos podem ser, por exemplo, leads de prospects, clientes e vendas. Uma visão aprofundada acerca do negócio e do cliente é imprescindível para o êxito na implantação da cultura de dados.

A equipe deve habituar-se em consultar as informações antes de tomar decisões. Isso é fundamental para fazer com que todos os setores trabalhem em prol de um objetivo em comum.

Elabore um plano de ação

Com a análise em mãos, o próximo e decisivo passo será criar um plano de ação. Dessa forma, a organização terá os meios para implementar todas as melhorias internas e externas em função dos dados analisados.

Em resumo, o plano de ação será o norte para a empresa aprimorar tudo aquilo que não está alinhado com os seus propósitos.

Utilize um software de BI

Existem soluções tecnológicas poderosas que realizam coleta e análise de dados. Ferramentas de BI (Business Intelligence) oferecem relatórios detalhados e gráficos extremamente úteis na obtenção de insights para a elaboração de planos de ação. Sua cadeia centralizada provê maior possibilidade de integração entre os departamentos, contribuindo para ações mais coordenadas e eficientes.

A cultura de dados veio para substituir a intuição e o achismo. Se a empresa deseja obter os resultados desejados, ela deve primeiro prezar pela cultura organizacional. Afinal, a tecnologia sozinha não será efetiva se quem estiver manuseando não for devidamente capacitado para saber o que deve ser feito com aquele volume de informações. Isso é válido para todos os colaboradores e gestores da organização.

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Leandro Guimarães
Leandro Guimarães é o fundador da Know Solutions e trabalha com Business Intelligence desde 2009. Possui amplo conhecimento em Modelagem Dimensional, Data Warehouse e na plataforma Pentaho.

Foi aluno de Ralph Kimball, maior referência mundial no assunto, no curso de Modelagem Dimensional realizado pela Kimball University, em Estocolmo – Suécia.

Já ministrou diversas palestras sobre o tema e atualmente mantêm o blog da Know Solutions, com referências sobre Business Intelligence.

Pós Graduado em Gestão de Projetos de Software pela PUC – Paraná. Trabalhou durante 7 anos na empresa Siemens onde participou de projetos em diferentes países.