Ao começar a utilizar a tecnologia nos negócios, dúvidas como os tipos de relatórios que podem ser desenvolvidos por meio do Power BI, por exemplo, são recorrentes. Afinal, para muitas pessoas, deixar de utilizar sistemas que são estritamente offline para começar a buscar meios de tornar suas operações mais produtivas é um processo de aprendizado.
Atualmente, para uma empresa se manter competitiva e acompanhar a velocidade com que o mundo dos negócios muda, é essencial que a tecnologia seja uma aliada diária não só para execução de atividades. Da mesma forma, ela contribui para uma visão mais ampla do empreendimento. Com isso, é possível prever gargalos e até mesmo o comportamento das pessoas.
Para você que já utiliza ou está nos primeiros passos com Power BI, preparamos este conteúdo para contribuir no seu conhecimento e fortalecer o crescimento profissional. Boa leitura!
Como o Power BI pode fornecer informações valiosas?
Primeiramente, precisamos reforçar a importância da tomada de decisão com base em dados. Não é exagero afirmar que, hoje, informações valem mais do que ouro. Com elas, sabemos para onde e para quem as estratégias comerciais são direcionadas.
A partir do momento em que seu workspace é definido e o fluxo de informações é desenhado e compartilhado com todos os setores da empresa, os tipos de relatórios que o Power BI oferece enriquecem o posicionamento e resultados que um empreendedor espera.
Os índices de produtividade e crescimento são palavras-chave para todo negócio de sucesso. Sendo assim, aposte no Power BI. Por meio dele, você poderá definir os tipos de relatórios e informações que são valiosas e relevantes para o seu formato empresa.
Quais os tipos de relatórios posso emitir com o Power BI?
A resposta para essa pergunta é muito ampla. Afinal, isso dependerá do tamanho, formato e segmentação do seu empreendimento. Contudo, listamos 3 tipos de relatórios que são os mais utilizados. Confira.
1. Relatórios de venda
Não existe um gestor ou empresário que, constantemente, fique sem acompanhar as vendas, interações e resultados de suas equipes. Para ajudar nessa tarefa, o Power BI proporciona uma série de filtros e recursos que permitem essa observação sobre o faturamento da empresa.
2. Fluxo de caixa
Outro tipo de relatório importante é o fluxo de caixa. Esse acompanhamento do fluxo de caixa é essencial para compreender a saúde do negócio. Sendo assim, com o Power BI, é possível compreender o que sai e entra de valores provenientes das negociações. Com isso, além da movimentação de caixa, é possível uma gestão financeira mais eficiente e descomplicada.
3. Tipos de relatórios para RH
Outro ponto vital para um empreendimento são as rotinas de RH. Com os tipos de relatórios fornecidos pelo Power BI, os responsáveis pelo RH de uma empresa conseguem organizar suas rotinas de pagamento de benefícios e salários, com comissionamentos, deduções, entre outros, de uma maneira mais simplificada e objetiva.
Por fim, seriam inúmeros formatos de relatórios que o Power BI disponibiliza que poderíamos elencar. O fato é que essa tecnologia vem para otimizar os processos e, como já citamos, em um mundo cheio de transformações e disrupturas tecnológicas, aceitar e se aliar a tecnologia não é apenas uma necessidade, mas um dever de toda a empresa que quer destaque e uma jornada de sucesso.
Este conteúdo faz sentido para você? Então, aproveite a oportunidade da leitura e entre em contato conosco. Descubra como, todos os dias, a Know Solutions amplia a potência de empresários como você. Aguardamos seu contato.
Materia muito interessante
Obrigada pelo artigo 🙂 Acho que eu tenho uma equipe que pode obter cada sucesso 🙂 Mas sem kanbantool.com, nao conseguimos arranjar e controlar todas tarefas. Ferramentas digitais podem ajudar bastante – tal como manager ou teamledaer, mas mais suave 🙂 Eu planejo o dia do trabalho com kanban e todas tarefas sao cumpridas. Eu sei que nao cada um gosta trabalhar assim, mas comigo funciona 🙂
Parabéns por trazer a CRISP-DM de volta ao tablado. O “produtocentrismo” que assola o mercardo de BI pressiona os players a comprar o último brinquedo, a seguir a última moda, quando quase tudo que tem algum uso prático já existe há décadas – como o CRISP-DM
Seria legal um artigo um artigo comparando-o com SEMMA. Pode ser muito interessante para quem entrou na área há menos de 20 anos.
Gostaria de entender se a utilização da Big data nas empresas gera algum tipo de desvantagem nas pessoas que lá trabalham ?
Sobre o comentário do João Kechichian, concordo em relação às empresas não terem claro o que querem, e concordo com o Leandro sobre a abordagem de “Qual o seu problema” para dar as sugestões.
Mas vale ressaltar que as empresas não conseguem identificar o que querem por não terem claro um Planejamento Estratégico e objetivos bem descritos. Isso facilita muito perceber quais indicadores serão necessários acompanhar para atingir os resultados esperados.
Bom dia,
Há muita diferença das versões do livro The Data Warehouse Toolkit?
Vejo que ele esta na 3 edição.
Posso comprar apenas a 3 ou devo comprar todas?
Oi Marcos!
Há algumas atualizações com conceitos mais atuais. Não precisa comprar todas as edições não, apenas a 3a já cobre tudo que precisa.
Sim e não. A maior diferença é entre a primeira edição e as restantes. Da segunda edição em diante, quando a Margy Ross assumiu o livro, é tudo mais ou menos o mesmo.
A primeira edição, que por acaso chegou a ser publicada em português, é a melhor, na minha opinião. Ela é mais concreta, menor e mais focada. Se conseguir achá-la, compre. Vale ouro.
eu precisava para compor você uma pouco de note ajudar diga obrigado again com o extraordinário conselhos você compartilhado nesta página . Foi certamente maravilhosamente generoso com você dando abertamente tudo o que muitas pessoas {poderiam ter | poderiam possivelmente ter | poderiam ter | teriam | distribuído para um ebook para gerar alguma massa para eles mesmos , especialmente considerando que you poderia ter tried it se você nunca desejado . Those estratégias também agido como outras pessoas tenha semelhante desire como my own entender bom negócio mais relacionado este assunto . Eu tenho certeza há alguns mais agradáveis ocasiões ahead para pessoas que ver seu site
[…] de BI — Business Intelligence ou, traduzindo, Inteligência Empresarial — é justamente o diferencial que uma empresa precisa para tratar dados gerados por vários meios. Veja alguns contextos que podem servir de […]
[…] para aumentar seu lucro ou diminuir seus custos operacionais. Esse é o conceito básico de Business Intelligence utilizado como diferencial […]
Olá Leandro.
Acredito que o potencial da área de Business Intelligence dentro das empresas pode ser maior do que se imagina hoje.
Trabalho com consultoria de B.I. para agencias e empresas, e enfrentamos diariamente dois grandes problemas.
1- Padronização dos dados: Como utilizamos muitas fontes de dados, todo o processo, desde o que a implementação, até a parte operacional, precisa ser muito bem estruturada. Sem o padrão das informações perde-se muito tempo com “correção”, sendo que “tempo” não é o que temos para identificar um padrão, pois no dia seguinte ele pode mudar se não o tratarmos.
2- Pessoas que não sabem o que querem: Corporações não sabem o que querem, logo querem tudo. O problema é que sabemos que não tudo não é necessário, se consegue identificar padrões e otimizações com metade do volume. Sendo assim o processo de otimização passa a ser inteligente para ser operacional.
O futuro da área esta encaminhando para segmentações e clusterizações dinâmicas para analise de Big Data, mas se o processo de todos envolvidos precisa ser muito bem desenhado e a área de B.I. precisa ter este knowhow também.
Obrigado e muito bom seus artigos.
Oi João, obrigado pelo seu comentário! Concordo com você!
Realmente, a padronização dos dados é o ponto mais sensível mesmo. Aqui estimamos em torno de 60% a 70% do tempo em um projeto de BI apenas para esta parte.
Sobre as pessoas não saberem o que querem, aqui vemos como uma certa vantagem. Muitas vezes não é nem exatamente não saber o que querem, mas não saberem o que é possível fazer. Com isso, parte do nosso trabalho aqui é exatamente entender do que o cliente sofre aí então sugerir algumas coisas. Tentamos não ir para uma abordagem de “o que você quer” mas sim de “quais são seus problemas”.
Isso me deu até a ideia de criar um post focado nisso, vou deixar anotado para o futuro!
Existe uma técnica chamada Árvore de Realidade Presente, da Teoria das Restrições, que lida justamente com essa barafunda de problemas e entendimentos. Eu experimentei a mesma frustração que você, João, e decidi resolver esse problema. A imagem https://geekbi.files.wordpress.com/2020/10/bi_toc-crt-x.png é um resumo do que eu tenho até agora.
Adoraria uma contribuição. “O cliente não sabe o que quer” já está lá. “Dados são sujos” e “Dados são bagunçados” me parecem boas adições.
O que você acha? E você, Leandro?